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Comarca de Guarapuava é exemplo para o Brasil, diz Paulo Vasconcelos

21/set/2016

 

Durante a instalação da 3ª Vara Criminal em Guarapuava, oficializada nessa terça feira (20) no Tribunal do Júri, o Desembargador e Presidente do Tribunal de Justiça do Paraná Paulo Vasconcelos elogiou a Comarca de Guarapuava e a caracterizou como exemplo para todo o Brasil. A nova divisão instalada no município ajudará o trabalho da Justiça na solução de crimes como homicídios, tráfico de drogas e corrupção.

 

“Guarapuava possui excelentes magistrados e uma estrutura fantástica no Fórum, um modelo claro de como todas as Comarcas deveriam ser”.

 

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Durante a instalação, que contou a presença da diretoria da OAB Guarapuava, Vasconcelos lembrou ainda que o Poder Judiciário do Paraná é considerado um dos melhores do país.

 

“Nós temos que valorizar isso. E mostrar todo o nosso potencial, retornando em bons serviços para a sociedade”.

 

O Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Paraná (OAB-PR), José Augusto Araújo de Noronha, lembrou ao desembargador o importante trabalho que será realizado daqui para frente com a instalação da 3ª Vara Criminal.

 

“Hoje o senhor marca o seu nome aqui na Comarca de Guarapuava. Toda a advocacia será beneficiada e, principalmente, a população que depende da agilidade no trâmite de processos nesta Comarca”.

 

FUNCIONAMENTO

 

Antes da instalação da 3ª Vara Criminal, o trabalho da divisão era suprido pela 1ª e 2ª Vara. Ao todo, a Comarca de Guarapuava soma quase 5300 processos em trâmite entre as duas divisões. Com a instalação da 3ª Vara, deve haver uma melhoria significativa dos serviços judiciários.

 

“A implantação desta nova Vara Criminal irá agilizar o trâmite dos processos criminais, melhorar a distribuição da Justiça e evitar a prescrição e impunidade dos crimes praticados na nossa região”, relembra Marcos Carvalho, presidente da OAB Guarapuava.

 

Inicialmente, a 3ª Vara Criminal vai funcionar com uma juíza substituta e servidores que já trabalham no Fórum. Os processos atuais não vão ser redistribuídos e a cada entrada de cinco novos processos, três irão para a nova divisão.